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quinta-feira, 22 de abril de 2010

O PERFIL DO PROFISSIONAL DO FUTURO

O PERFIL DO PROFISSIONAL DO FUTURO



Autoconhecimento, automotivação, empatia, relacionamento interpessoal e gestão das emoções. Essas são as características que o professor de pós-graduação do Instituto Trevisan, Mauro Ribeiro, considera fundamentais para o futuro profissional.
Está achando exigência demais para quem está acabando de sair da faculdade ou ainda nem sabe que profissão seguir? Pois é isso mesmo, meu amigo!
Prepare-se, pois as relações de trabalho estão cada vez mais competitivas...
E isso tudo ainda deve ser somado ao conhecimento técnico que você deve, pelo menos, tentar dominar. Mas Ribeiro dá uma pausa: "Conteúdo técnico qualquer pessoa aprende. Isso deve passar a ser pouco exigido. O essencial é desenvolver as características que citei acima".
Fácil?
Nem tanto.
Só o dia-a-dia no trabalho pode ajudar você a reunir todas estas características, a não ser que muitas delas já façam parte da sua vida.

"Independentemente da empresa onde você estiver atuando, lembre-se sempre que o bom profissional é aquele que tem iniciativa, criatividade, coragem para assumir riscos, flexibilidade para mudar e habilidade para lidar com as pessoas", ensina ele. "Ninguém poderá lhe ensinar isso", continua Ribeiro. Mas isso não significa que a competência técnica não mais será levada em consideração na hora da seleção. Ela apenas será mais um item que contará ou não pontos ao seu favor. "Simplesmente porque elas são mais fáceis de serem adquiridas", explica o professor Ribeiro.

Hoje a revolução tecnológica permite que o profissional estude sem sair de casa. O ensino à distância te possibilita fazer um MBA na frente da tela do computador. Mesmo assim o Brasil ainda peca na área educacional. Existe uma falta de bons profissionais no mercado. A saída é uma só: ponha na sua cabeça que para se dar bem na profissão você vai precisar investir no futuro. "Vai precisar se empenhar e tentar tirar o máximo de informações dos seus professores", diz.

O perfil exigido do profissional atualmente é bem diferente do que existia há cinco anos. E a mudança também atingiu a natureza humana, acredita Ribeiro. "As emoções se expressam diariamente, o tempo todo, para todo mundo. Portanto, saber gerenciá-las faz diferença". As empresas querem que você use suas capacidades em prol dela. "Tenha certeza que elas saem à caça de jovens talentos que saibam lidar muito bem com as suas habilidades e competências. E quanto mais alto o degrau hierárquico, maior a exigência de competências comportamentais. O líder precisa aprender a gerenciar pessoas", conclui Ribeiro.


Esta matéria foi publicada originalmente na revista Vitória! Jovem.

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