Visitas

visitantes OnLine

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Comportamentos que atrapalham a promoção no trabalho

Comportamentos que atrapalham a promoção no trabalho

Promoção depende de esforço e de a pessoa mostrar que possui perfil condizente com a filosofia da empresa, diz especialista
Por Flávia Furlan Nunes, InfoMoney

Existem alguns comportamentos que podem fazer com que a já evidente promoção no trabalho não aconteça. Muitas vezes, a culpa é do próprio profissional, que se autoboicota, de acordo com a professora da FGV (Fundação Getulio Vargas) e especialista em comportamento corporativo, Daniela do Lago.



“A promoção depende muito do próprio esforço, mas depende muito mais de a pessoa mostrar que possui um perfil condizente com a filosofia da empresa em que atua”, afirmou.



“Nem sempre a pessoa que mais faz horas extras, por exemplo, é a que traz mais resultados para a empresa. Na tentativa de mostrar-se esforçado e comprometido com o trabalho, o profissional pode estar sendo visto como desorganizado e lento”, completou.



Comportamentos para serem evitados


Confira, abaixo, quais comportamentos que devem ser evitados, para que o profissional consiga a promoção:

Complexo de hora extra: foi-se o tempo em que a qualidade do trabalho era medida pelo tempo gasto com ele. Ao contrário disso, a imagem que se passa é de incapacidade de organizar o próprio tempo e executar as atividades focado em resultados. “Ocupação não significa eficiência”, diz Daniela.
Bajulação: “Nem sempre a bajulação é algo positivo. Pelo contrário, com o decorrer do tempo, as pessoas não vão querer mais a opinião deste bajulador, por julgar que o mesmo não tem senso crítico e, por isso, sua opinião não deve ser levada em consideração”.
Timidez em excesso: na dose certa, ela não prejudica, mas não pode ser uma barreira para o alcance dos resultados. Para isso, aposte na autoconfiança. “Pessoas autoconfiantes encontram mais facilidade no mundo corporativo. Geralmente elas sabem o que querem e vão em busca de seus objetivos”, disse a professora da FGV.
Ser sempre do contra: divergir é algo que requer equilíbrio e senso crítico. Discordar é diferente de ser sempre do contra.
Deixar de fazer um planejamento: ele é imprescindível para quem quer uma promoção e o sucesso na vida profissional. Não adianta somente desejar ser promovido; deve-se planejar para que isso aconteça, o que inclui identificar pontos fracos e fortes, para saber se posicionar em oportunidades em que obterá valorização.

Uma nova visão sobre o empreendedorismo

Uma nova visão sobre o empreendedorismo

Muito se questiona sobre qual é a fórmula do empreendedor de sucesso. A grande verdade é que essa fórmula não existe. O que existe é uma combinação de competências que o empreendedor deve desenvolver: técnicas e comportamentais
Por Rubens Gustavo Gurevich, www.administradores.com.br

Muito se questiona sobre qual é a fórmula do empreendedor de sucesso. A grande verdade é que essa fórmula não existe. O que existe é uma combinação de competências que o empreendedor deve desenvolver: técnicas e comportamentais.


A capacitação para as competências técnicas acaba sendo uma tarefa mais fácil, até porque a maioria dos treinamentos disponíveis tem como foco essa perspectiva de desenvolvimento.



Hoje é pré-requisito que o empreendedor seja tecnicamente capaz no que faz. Conhecer bem o negócio tecnicamente é, no mínimo, obrigatório. Então, onde está o diferencial competitivo do empreendedor? Está na gestão das suas competências comportamentais.



Assim, a conclusão a que se chega é que o diferencial para o desenvolvimento de qualquer profissional não está baseado somente nas competências técnicas, mas na combinação do técnico com o comportamental.



Dependendo do profissional ou da função em questão, a componente comportamental assume uma dimensão, muitas vezes, maior do que a técnica. Esse é o caso do empreendedor. Não se trata apenas de quanto ele conhece tecnicamente o assunto, mas de que forma ele gerencia a si próprio e as pessoas ao seu redor.



Esse gerenciamento parte do trabalho de autoconhecimento, da identificação de quais são seus motivadores, quais são seus medos básicos e como neutralizá-los, seus pontos fortes, seus limitadores e identificação de pontos de desenvolvimento.



Em 1928, o professor e psicólogo William Marston criou o modelo denominado DISC, utilizado hoje em dia em larga escala para identificação de perfis comportamentais, mapeando tanto as pessoas como as funções.



Marston defende o fato que as pessoas dão respostas físicas a estados emocionais, ou seja, estão constantemente dando "dicas" de como são: se são mais objetivas e diretas ou diplomáticas, se são mais comunicativas ou investigativas, se são mais previsíveis ou impetuosas, ou ainda, se são mais disciplinadas ou independentes, etc.



O modelo DISC prevê quatro grupos de comportamentos, representados cada um por uma das quatro letras. O "D" vem de Dominância, o "I" vem de Influência, o "S" vem de "eStabilidade" (Steadiness, em inglês) e o "C" vem de Conformidade.



O que difere uma pessoa da outra, sob o ponto de vista comportamental, é a intensidade em que esses comportamentos aparecem. Testes psicométricos permitem avaliar como cada um desses quatro grupos se manifesta.



Por meio desta metodologia, é possível identificar quais as competências comportamentais exigidas para cada função e qual o gap existente entre a pessoa e o perfil ideal.



Quais são, então, as competências comportamentais exigidas para o empreendedor? Com certeza, totalmente diferentes, por exemplo, daquelas exigidas para uma função técnica, administrativa ou de suporte. O empreendedor tem a função de dirigir, motivar, assumir riscos e de ter grande mobilidade.



Em linhas gerais, destacamos quatro competências comportamentais essenciais para o empreendedor:



- Foco em objetivo e Direção: capacidade da pessoa em ser assertiva, iniciadora, direta, objetiva, competitiva e voltada para resultados;



- Independência e capacidade de correr riscos: capacidade da pessoa em ser firme, obstinada, ter força de vontade, ser independente, ser desafiante, opinante e um tanto quanto teimosa;



- Capacidade de comunicação e persuasão: capacidade da pessoa em ser motivadora, influente, comunicativa, persuasiva, amistosa, verbal e otimista;



- Mobilidade e capacidade de adaptação: capacidade da pessoal estar alerta, ser móvel, estar inquieta, ser ativa, impulsiva, demonstradora e impetuosa.



Essa é uma reflexão que vale a pena! O quão empreendedora a pessoa quer ser e como ela está em relação a estes comportamentos, o que ela já possui e o que ainda precisa desenvolver. A boa notícia é que comportamentos podem ser aprendidos e treinados e. quando bem aplicados, fazem toda a diferença.



Rubens Gustavo Gurevich é CEO da Your Life do Brasil (www.yourlife.com.br).

Escassez de líderes

Escassez de líderes

Num mundo de tantas mudanças e transformações a liderança verdadeira que interessa é aquela centrada em princípios...
Há nas empresas e, principalmente, no serviço público brasileiro uma grande escassez de líderes verdadeiros. Estamos nos referindo ao estilo de liderança que realmente interessa ao mundo atual: líderes centrados em princípios, que inspirem confiança a partir da integridade e dos exemplos colocados em prática, esclareçam propósitos, liberem talentos e alinhem sistemas.


É preciso ficar claro o seguinte: temos muitos chefes, comandantes, dirigentes ocupando altos cargos dentro do serviço público e da iniciativa privada. Porém, liderar verdadeiramente e com eficácia é outra coisa.


Tudo começa pelo paradigma. Grandes líderes vêem as pessoas como um todo, com corpo, coração, mente e espírito. Entendem que nesse mundo atual de grande complexidade, rapidez e incertezas as coisas funcionam como se estivéssemos num esporte do tipo rafting – não há como exercer controle e todos devem estar preparados, motivados para agir.


Também nas famílias – menor organização que existe, a falta da virtude de liderança nos pais e mães dificulta a formação do caráter dos filhos, fator essencial para que possam ser futuros líderes. É por isso que os resultados não são os melhores, apesar de muita gente nem perceber isso.


Segunda pesquisa da consultoria PricewaterhouseCoopers o Brasil será a 5ª economia do mundo em 2025, na frente de países como a Alemanha, França e Reino Unido. A China deverá ocupar a 1ª posição, seguida dos Estados Unidos, Índia e Japão. Em 2009 o Brasil terminou na 8ª posição.


Em que pese as bases econômicas atuais serem sólidas, o País está na 75ª posição no mundo em IDH – Índice de Desenvolvimento Humano e na 56ª em competitividade, abaixo do Azerbajão, Barbados, Chipre, Indonésia, Jordânia, Malásia e Tunísia.


Alguns dados demonstram com clareza a falta de verdadeiros líderes no País: 70% da população brasileira é analfabeta funcional, 80% não sabe calcular uma porcentagem.


Como conseguiremos superar os grandes desafios nacionais sem priorizar uma educação de qualidade com metas bem definidas, treinamento dos professores, melhores salários, cultura de planejamento e sistemas de avaliação objetivos?


Precisamos fazer com que as crianças, adolescentes e as pessoas em geral aprendam a pensar. Os conteúdos programáticos das escolas e até das universidades devem ser modificados para melhorar o pensamento lógico e o uso de várias habilidades.


Um dado para reflexão: um concurso público para preenchimento de 1,4 mil vagas de gari da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) do Rio de Janeiro recebeu, entre os inscritos, 45 com doutorado, 22 mestrado e 80 com pós-graduação.

Falta de comunicação eficaz pode gerar estresse

Falta de comunicação eficaz pode gerar estresse

Pesquisa mostra que a falta de comunicação nas empresas leva projetos ao fracasso

Um dos maiores desafios da atualidade é a falta de comunicação eficaz, sendo um verdadeiro contra-senso da sociedade que vive a busca do conhecimento através de cursos de línguas, MBAs entre outros. A dificuldade na comunicação perpassa a área profissional e atinge também as pessoas no âmbito social e familiar.


Pesquisa realizada pelo Project Management Institute Brasil (PMI), organização internacional sem fins lucrativos responsável pelo desenvolvimento das práticas em gerenciamento de projetos no mundo, mostra que 76% das empresas têm problemas com a comunicação, tendo como conseqüência o fracasso dos projetos.


Segundo a palestrante e coach Reginah Araújo, da Escola de Executivos e Negócios Master Mind, mesmo com as novas tecnologias da comunicação, como emails, blogs, messengers, as pessoas não trabalham nenhum tipo de comunicação. "Esquecem de falar, escrever, ouvir e dá feedback. Na atualidade, percebemos que as pessoas buscam por diplomas, mas esquecem de aprimorar áreas comportamentais que são fundamentais na vida, assim como a comunicação", afirma.


Reginah Araújo comenta que um grande projeto no papel só é um trabalho. "É necessário saber verbalizar e escutar o que o outro pensa e sente sobre as informações. Dentro das empresas percebemos que as pessoas se esquecem de dá feedback, de se comprometerem, acreditando que tal informação não é relevante", diz.


Além de gerar prejuízos dentro das organizações, a falta de comunicação também provoca o estresse. "O fracasso de projetos, a falta de diálogo no lar, o não feedback do cliente, do banco, entre outras faltas de comunicações, acabam desgastando as pessoas e adoecendo-as".


Reginah acrescenta colocando que diversos relacionamentos se rompem pela falta de comunicação. "Essa mesma pessoa que não consegue se expressar no trabalho, também tem dificuldades no lar. Isso acaba adoecendo todos os envolvidos, desde familiares, subordinados, chefes".


Pesquisa realizada pela Internation Stress Management Association (Isma) mostra que 70% dos brasileiros sofrem de estresse no trabalho, resultado semelhante da Inglaterra e dos Estados Unidos.

"No mundo cheio de pressão, relacionamentos efêmeros e longas jornadas de trabalho, temos que buscar trabalhar o comportamental, começando pela melhor comunicação", diz a palestrante e coach.

O pesquisador e jornalista Napoleon Hill apontou como relevante em sua pesquisa realizada durante 20 anos no começo do século XX, a importância da comunicação. "Grandes homens como Henry Ford (fundador da Ford) e Theodore Roosevelt (Presidente do Estados Unidos entre 1901 e 1909), tinham como atitude primordial a comunicação eficaz".

Viver é aproveitar seu tempo

Viver é aproveitar seu tempo


--------------------------------------------------------------------------------

* Christian Barbosa



Existe uma grande diferença entre as pessoas que apenas sobrevivem na sua rotina e aquelas que vivem de verdade. A diferença está basicamente na forma como as pessoas aproveitam seu tempo. Cada vez mais raro nos dias de hoje, tempo é uma coisa que nunca mais podemos reconquistar quando perdido. Saúde, dinheiro, amigos e outras coisas podem ser recuperados com mais facilidades, mas o tempo que passou esse nunca mais vai voltar e cabe a nós utilizá-lo de forma proveitosa.

O excesso de trabalho, urgências, redes sociais e tantas demandas que precisamos fazer no dia a dia precisam de dois exercícios que poucas pessoas aprendem a fazer adequadamente: planejamento e priorização. Quando você aprende um método para gerenciar seu tempo, vai aprender técnicas de planejamento, que vão ajudar você a antecipar seus dias, reduzir urgências e colocar atividades importantes ao longo da semana. Priorizar é seguir o que foi planejado em uma ordem lógica de execução, evitando um grande ladrão de tempo que é a multitarefa ou o trabalho focado na chegada de e-mails.

Há mais de 11 anos ensino pessoas e empresas a serem mais produtivas e terem mais qualidade de vida, pode parecer esquisito, mas as pessoas não têm problemas de tempo. Elas têm tempo de sobra, o problema é que elas utilizam muito mal o tempo que tem.

São diversos os fatores que fazem uma pessoa perder tempo na sua rotina, entre os principais ladrões de tempo encontramos as reuniões, o e-mail, a falta de organização, a falta de ter prioridades claras, método de trabalho ineficiente e processos sem eficácias. Uma pesquisa aponta que a cada 10 horas de trabalho, apenas 6 horas são efetivamente produtivas, isso significa que em média 40% do nosso dia pode estar sendo totalmente desperdiçado com ações sem resultado ou importância.

Claro que é possível virar esse jogo, começar a ter mais produtividade no trabalho e qualidade em toda a sua vida, mas isso depende de você mudar o seu modelo mental, que é o responsável pela forma como você executa suas atividades e prioriza seu tempo.

Uma mente agitada gera uma execução de múltiplas atividades e isso faz perder toda sua produtividade. A primeira providência é aquietar sua mente, relaxar mesmo. Antes de começar encarar os e-mails, tarefas e reuniões, separe 3 minutos para relaxar e deixar a mente mais tranquila. Feche os olhos, respire profundamente e pense em coisas que tranquilizam você. Com esse estado mental estabelecido comece a escrever tudo que precisa ser feito hoje, amanhã e depois de amanhã em uma agenda, caderno ou software. Para cada atividade dessa lista estipule uma duração em minutos ou horas. Some o total de horas por dia e não deixe ultrapassar 50% do seu tempo de trabalho (deixando assim espaço para eventuais urgências).

Para o dia de hoje, estabeleça uma prioridade numérica do que deve ser feito e siga essa ordem. Se algo surgir no meio do caminho, lembre-se do estado mental de produtividade, anote a atividade na sua lista e de a prioridade correta.

Administrar seu tempo é uma ciência que precisa ser aprendida e desenvolvida ao longo das semanas, não espere resultados mágicos do dia para a noite, é preciso persistir e aprender como se planejar de forma eficiente.

Se quiser saber mais sobre o assunto convido você a acessar meu blog www.maistempo.com.br, onde tenho diversos artigos e dicas para você ter mais tempo ou ler algum de meus livros sobre o assunto. Ter mais tempo é possível, milhares de pessoas tiveram excepcionais resultados com nossa metodologia e você pode ter também, mas isso depende de você começar a mudar sua atitude mental e aprender.

Quando a ambição passa dos limites: qual o reflexo na carreira?

Quando a ambição passa dos limites: qual o reflexo na carreira?

Segundo especialistas, ambição obsessiva pode trazer consequências desastrosas para o profissional
Ser determinado, extremamente comprometido com o trabalho e ter uma forte vontade de crescer profissionalmente são algumas características de pessoas ambiciosas, que, por sua vez, são muito apreciadas no ambiente de trabalho.
Contudo, alertam especialistas, quando a ambição passa dos limites, as consequências podem ser desastrosas.
“Quando a ambição passa a ser obsessiva e existe um desejo compulsivo de crescer, a pessoa acaba construindo uma imagem negativa, o que pode comprometer o relacionamento com colegas, os resultados da equipe e o próprio desenvolvimento da carreira do profissional”, explica a psicóloga Clarice Barbosa.
O consultor de carreiras da Catho Consultoria em RH (Recursos Humanos), Renato Waberski, concorda e acrescenta: “a pessoa acaba não obtendo o que tanto deseja, perde espaço dentro da empresa e a confiança do chefe”.
Quando a ambição passa dos limites?
Segundo os especialistas, dentre os sinais de que a ambição está se tornando obsessiva, estão a arrogância, o individualismo e o egocentrismo. Além disso, em muitos casos, o profissional falta com a ética, sendo capaz de prejudicar outras pessoas.
“Normalmente, a pessoa que tem uma ambição negativa não acredita que pode crescer profissionalmente apenas investindo em si, aperfeiçoando seus conhecimentos, participando de cursos ou treinamentos e, então, acaba deixando de lado os valores que as empresas tanto prezam, como ética, trabalho em equipe e demonstração de confiança no trabalho que exerce junto com a equipe”, argumenta a diretora executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Heloísa Gontijo.
Para ela, a falta de maturidade é uma das principais causas da ambição sem limites. Contudo, ambientes extremamente competitivos também podem resultar em tal situação.
“Nas áreas em que a cobrança por metas é exacerbada, os profissionais estão mais propensos a desenvolverem este tipo de atitude”, diz Waberski.
Há salvação?
Por fim, de acordo com os entrevistados, na maior parte dos casos, a ambição obsessiva passa despercebida pela própria pessoa. Por isso, dizem, é necessário prestar atenção nas próprias atitudes e especialmente em como as pessoas se relacionam com você.
Assim, explicam, o profissional poderá repensar suas atitudes e salvar a própria carreira e os relacionamentos pessoais.

O Seu Chefe Sabe Motivar Você?

O Seu Chefe Sabe Motivar Você?

Para que o seu ano não seja frustrante e que erros do passado não sejam repetidos, é preciso tomar uma atitude. O importante não é só buscar algo que gere motivação, mas descobrir o que é que acontece que o desmotiva também.

Portanto, procure identificar em que situações você vive picos de desmotivação, que acabam fazendo você suspirar e dizer: "Oh, vida!; Oh, dia!; Oh, trabalho!". Muitas pessoas têm problemas em localizar essa fonte de desânimo. E em muitos casos ela está justamente na pessoa em que não
deveria: no chefe! Será que isto está acontecendo com você?

Se seu pico de desmotivação acontecer quando você acordar, observe como, onde e com quem você dormiu! A culpa pode não ser do seu chefe. Se for durante ou depois do almoço, observe como, onde e com quem almoçou! Pode não ser culpa dele! Mas, se ao final do expediente, ele criar um clima tão "maravilhoso", no seu ambiente de trabalho, que faz você se sentir "triste"
por ter que ir embora, a culpa, definitivamente, é dele!

Bomba! Seu mundo caiu... É, a motivação é algo que vem de dentro para fora.
Se você vai dormir se aplaudindo e acorda pedindo bis, já tem um conceito de vida que é um grande diferencial. Mas, contra um chefe desanimador, haja motivação!

E agora o que fazer? O problema é com ele mesmo, você não sabe como agir, mas tem consciência de que se ele não mudar certas atitudes e ações, nem todo o entusiasmo do mundo resolve a questão! Então, parta para quebrar o paradigma! Quem foi que disse que ele não tem que dar sua contribuição também?

Mande este texto para o seu chefe! Isso mesmo! E vale tudo: e-mail; carta anônima; papel "esquecido" em cima da mesa dele; pendurar o texto no monitor do computador; colocar no meio das correspondências ou debaixo da xícara de café; pendurar na parede do banheiro; colocar dentro de um pacote de presente... Enfim, use sua criatividade e audácia!

Escreva para ele e diga que, assim como você, ele também é integrante importante de um time, de uma equipe e precisa fazer a parte dele, já que, para você, ele está sendo uma fonte de desmotivação. E em seguida, mande estas dez dicas para ele. Se der certo, ótimo! Se não resolver, analise o que mais vale a pena: falar pessoalmente e buscar uma outra saída juntos ou procurar outro chefe!

Os 10 mandamentos da motivação:

1. Desenvolva um manual de motivação com os 10 mandamentos da empresa feliz. Mas, desenvolva com a sua equipe, com todas as pessoas do time participando, sugerindo, interagindo.

2. Cumprimente a todos que encontrar pela empresa com um largo sorriso e um contagiante bom dia diariamente. Mostre o seu lado cordial, educado e social;

3. Faça uso das palavras mágicas: Por favor, Desculpe, Com licença. A educação evita estresse e mal-entendidos;

4. Busque em todas as situações o lado positivo e sempre que possível expresse-o em forma de elogio. É fundamental que você demonstre a sua confiança na capacidade criativa de seus colaboradores e também sua capacidade de envolvimento integral com a empresa e seus colaboradores, tanto em momentos difíceis, quanto nos mais agradáveis;

5. Não ligue o piloto automático, esteja sempre atento à sua respiração, temos uma tendência em não nos aprofundarmos em vários assuntos. Esteja sempre atento à sua postura física, pois ela é fator determinante para a sua postura emocional e mental;

6. Cante, sempre que possível cante. Não, não queremos que você vire um cantor, mas que procure espantar tensões e outros males do ambiente organizacional;

7. Pratique a aeróbica da risada pelo menos 2 vezes por semana. Ou seja, procure fazer exercícios de riso. Rir nos endorfina, nos dá maior disposição e um gás de criatividade para lidar com pressões e cobranças diárias;

8. Faça seu planejamento estratégico pessoal e profissional, leia-o pelo menos três vezes por semana, e não hesite em fazer qualquer alteração se for necessário. A vida é movimento, é mudança, inclusive, de planos e atitudes.

9. Medite, reflita, pelo menos uma vez diariamente, e sonhe sempre que possível. Sonhar prolonga a vida. E a faz ter um colorido todo especial;

10.Pratique ecologia pessoal, social e sistêmica. Ajude a preservar o meio-ambiente, o ambiente organizacional e o ambiente familiar. Isto é puro equilíbrio e qualidade de vida